O Meu 50 Sombras... (Parte 1)

09-06-2021

Entrei neste mundo por um mero acaso... A única coisa que sabia na altura era o tão famoso filme dos 50 Sombras, romântico, sensual... Qual menina inexperiente...
Conhecemo-nos numa festa da cidade, eu trabalhava num dos bares para fazer mais uns trocos, e pediste uma cerveja. Sentaste-te na esplanada virado para o bar e de vez em quando os nossos olhos se cruzavam... Musculado, cabelo rente, olhos azuis e um sorriso daqueles bem sacana... Que desafio!
Voltaste nesse dia à noite e no dia seguinte, e os olhares ficavam mais intensos... Sentia desejo, tesão, queria provar essa boca... Naturalmente começamos a conversar, já que tinhas passado a ser, e segundo as minhas colegas, o meu cliente mais assíduo da festa...
Nesse dia, e após algumas vodkas, e tu com o teu licor Beirão, acabamos os dois na casa de banho. Beijos quentes, amassos, empurrava-te contra a parede, tu não cedias e empurravas-me a mim, numa luta de titans, quente e deliciosa... Não podíamos avançar mais, não ali, nem naquela hora. Esperaste até ao meu turno terminar e saímos os dois numa amena conversa e já bem bebidos. Fomos até um parque, que aquela hora estava vazio, conseguíamos ouvir o som da tenda electrónica... Os nossos corpos juntaram-se e beijamo-nos com desejo, com fogo, com urgência... Paras de repente e mandas-me despir-te a camisa... Sorrio pois naquela altura só pensava no desejo que tinha em te possuir, oh menina ingénua... Dispo-ta botão por botão e quando tento beijar-te o peito, recusas-me e ordenas-me que te desaperte o cinto das calças e as abra... Já eu estou confusa e atordoada com a bebida mas entro no jogo, e faço o que me ordenas. Mandas-me ajoelhar-me e que te beije e lambe as bolas e o chupe todo... Assim o faço e quando o meto na boca, agarras-me na cabeça com força e forças-me para que to sugue todo... Engasgo-me mas continuas a impor o teu ritmo, a tua vontade... Ouço te gemer, e entre espasmos para vomitar, sinto algo diferente, de desejo, de querer mais, completamente excitada...
Levantas-me e viras-me de costas para ti, despindo-me a camisa e as calças, deixando-me apenas de lingerie. Sinto algo nos olhos e dizes-me ao meu ouvido "vou-te vendar para sentires mais ainda o prazer que vais ter, não tenhas medo". Inclinas-me sobre a mesa de picnic do parque e sinto uma chapada no rabo... Foda-seeeee! Roças o teu pau pelo meu centro, por fora das cuecas subindo pelo meu rabo... Incito o rabo para ti e sinto outra chapada no outro lado do rabo! Repetes várias vezes entre chapadas e roçar, e já nem sei de que mundo sou... Que é isto? Sinto as minhas cuecas descerem, e toda eu sou gelatina, prestes a explodir com um orgasmo... Sinto a tua boca quente, a tua língua percorre o meu centro, possuindo-me e saboreando-me... Oh porra... Desfaço-me num orgasmo na tua boca que chupas sem pudor, lambes e delicias-te com o meu néctar...
Puxas-me o cabelo com força e viras-me a cabeça para me beijares com luxuria, saboreando, degustando... Voltas a inclinar-me e de uma só vez entras em mim, provocando-me um grito "cala-te minha cabra, não queremos que os vizinhos entrem na nossa brincadeira" Anh? Que é que ele me chamou? Aquele cabra não me ofendeu, pelo contrário, deixou-me ainda mais sedenta de ser puta... Estocas-me com força, enquanto me puxas o cabelo que dói, e a outra mão agarra-me a cintura para me comandares... Estocas uma e outra vez, gemendo, e quase me provocando novo orgasmo...
Viras-me de frente para ti e abres-me as pernas encaixando-te no meio delas. Voltas a beijar-me com fúria e dizes-me "Só te vens quando eu te ordenar, se te vieres antes nem sabes o que te acontece"... Estou confusa com o alcool, com o desejo que isto me provoca, com a dor no rabo ainda, mas mais ainda com a excitação latente que tenho. Entras em mim devagar, olhando-me e provocando-me... Sorris com aquele sorriso de sacana, e aumentas ligeiramente o ritmo e a força... Já toda eu tremo de desejo, as mãos tremem ao tentar segurar-se na mesa, e os meus gemidos ecoam ao som ao fundo da tenda electrónica. Agarras-me o pescoço apertando ligeiramente, e com a outra mão, beliscas-me os seios, apertas-me, agarras com força enquanto te apoderas do meu centro... Aumentas o ritmo e a força e entre gemidos voltas a lembrar-me "Só quando te disser". Os meus olhos estão pregados aos teus, tenho falta de ar, os bicos dos meus seios ardem e latejam e estou à beira do abismo... Estocas-me com força e apertas mais um pouco o meu pescoço. Agarro instintivamente a minha mão ao teu pulso e gemes alto "Vem-te puta, vem-te comigo". Expludo de prazer apertando o teu pau, ao mesmo tempo que me soltas o pescoço e me agarras para me abraçares... Os meus espasmos fazem-me incitar contra ti uma e outra vez e penetras-me uma e outra vez fazendo-me saborear cada sensação dos nossos orgasmos... Beijas-me a testa, a bochecha e por fim tomas a minha boca... "Delicioso... Amanhã quero-te na minha cama"... Sorrio para ti e volto a beijar-te saciada, dorida... "Amanhã" respondo-te...


(Continua...)


Isabela Silva - 09/06/2021
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© Todos os Direitos de Autor reservados nos termos da Lei 50/2004, de 24 de agosto
O autor autoriza a partilha deste texto, desde que mantido no seu formato original, e seja obrigatoriamente mencionada a autoria do mesmo. Foto retirada da net.

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Isabela Silva
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