
Castigo...
"Estás de castigo! Despe-te, tudo! Pernas bem abertas e debruça-te sob aquela cadeira, de rabo bem empinado para mim!"
Tremo sé de pensar no castigo que me espera! O seu perfume inebria-me humedecendo-me de excitação e de medo! Fui má, fui uma má menina e ele vai-me castigar... Sem lhe olhar nos olhos, baixo a cabeça e dispo-me, de frente para ele... Com o canto do olho vejo-lhe o corpo... O peito dele arfa, e com a língua humedece os lábios que desejo tanto... Evito sorrir pois ele observa-me, qual lobo pronto a devorar a sua presa, mas retiro cada peça de roupa com preguiça, sabendo que me vai custar muito caro... Volto a olhar-lhe de soslaio e a ereção nas calças dele é evidente... Viro-me de costas e permito-me sorrir de satisfação, pela minha rebeldia estar a produzir efeito... Retiro as cuecas lentamente, deixando-as percorrer as minhas pernas, e inclino-me para as retirar... Percorro o tapete macio da sala, e inclino-me sob a cadeira que está pronta para me receber, tal como me ordenaste...
O tempo passa, e não te ouço... Mantenho-me na mesma posição, tentando escutar algum som que denuncie a tua presença... Nada! Tenho as pernas dormentes mas não ouso mexer-me... Gemo baixinho, ao passar o peso do corpo de uma perna para a outra, e ouço-te suspirar alto, como se te tivesse arrancado dos teus pensamentos, ou da tua introspeção ao admirares um quadro... Sinto os teus passos pelo tapete e o teu aroma invade-me... Encostas-te ao meu rabo e passeias as calças pelo meu rabo, roçando, provocando... Gemo de prazer e desejo ao sentir a tua ereção provocar-me... Desferes duas chapadas em cada nádega e contorço-me de dor e de prazer... Ouço o cinto ser puxado das calças... O fecho que se abre... Restolhar de roupa a cair no chão... O teu cinto bate-me nas costas suavemente e fazes o descer lentamente, provocando-me arrepios do frio do cabedal contra a minha pele que incendeia... Sinto o cabedal no ar e preparo-me para o impacto... Uma em cada nádega... As lágrimas vem-me aos olhos com a dor, mas nem me permito esboçar qualquer som... Mordo os meus dedos na esperança que não gritar ou gemer... Os teus dedos percorre-me a minha flor que está húmida, sedenta de ti... E não consigo controlar mexer-me contra a tua mão... Introduzes-me dois dedos, e estimulas-me, enquanto o teu cinto volta a percorrer-me as costas, passando pela nádega...
Tiras-te de dentro de mim e deixo de te sentir... Sinto a tua barba percorrer-me as coxas, a tua língua sobe, e preparo-me pois sei que não consigo resistir à tua boca... Sugas-me, lambes-me, chupas-me... Sigo o teu ritmo e num vai e vem deixo-me ir... Levantas-te quando percebes que estou à beira do abismo e levo mais duas chapadas no rabo com força... Entras em mim, lentamente, até ao fundo, agarrando-me bem as coxas e forçando-te dentro de mim... Rebolas a cintura e eu derreto-me... F**** mordendo a mão logo em seguida, pois não me permitiste falar... Entras uma e outra vez, ora na frente, ora no rabo... As tuas estocadas aumentam de ritmo, e nos intervalos dás-me chapadas no rabo... "Permite-me que me venha Senhor?" "NÃO!" Contorço-me de prazer, de desejo... Mal me consigo controlar... Estou prestes a explodir de prazer e as tuas estocadas mantém o ritmo acelerado, sinto o teu pulsar de desejo dentro de mim, e tudo à minha volta é uma névoa...
Sou eu entregue ao prazer, ao que me fazes sentir, a ti..."Vem-te minha menina, vem-te para mim" A tua ordem soa-me a mel e deixo-me ir, em convulsões uma e outra vez, apertando-te, saboreando-te, deixando escorrer o meu néctar em ti... Agarras-me o cabelo e viras-me para ti, fazendo-me ajoelhar aos teus pés... O teu pau está rosado, inchado, pulsante... Tocas-te para cima e para baixo, fazendo-o tocar com a ponta na minha boca, e com aquele gemido gutural que tanto adoro, marcas-me com o teu liquido sob a minha cara, depois sobre os meus seios rosados e ainda eretos... A tua marca escorre-me da cara, caindo sobre o meu peito, e deslizando lentamente, marcando a minha pele...
"És minha, e agora estás marcada por mim... Minha" "Sempre Meu Senhor, sou e serei sua" Sorris e levantas-me cuidadosamente do chão. Retiras um roupão que tinhas dobrado sobre o braço de um cadeirão e cobres-me com carinho... Dás-me um beijo na nuca, e sussurras ao meu ouvido "Gostas de me desafiar e ainda gostas mais dos meus castigos... Criei um monstro!" Ris-te e abraçado a mim encaminhas-me à banheira, para me lavares e cuidares... Sorrio de felicidade... Só assim faz sentido! Sinto-me completa e entregue ao Meu Senhor...
Isabela Silva - 12/10/2021
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